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terça-feira, 18 de junho de 2013

O que as escolas não ensinam – Bill Gates


O reitor de uma Universidade do Sul da Califórnia enviou um e-mail para a Microsoft convidando Bill Gates a fazer um discurso no dia de formatura, incentivando os formandos no início de suas carreiras e, para sua surpresa, Bill Gates aceitou. Esperava-se que ele fizesse um discurso longo, de mais de uma hora, afinal ele é o dono da Microsoft e possuiu a maior fortuna pessoal do mundo! Mas Bill foi extremamente lacônico, falou apenas durante 5 minutos, subiu em seu helicóptero e foi embora.

A seguir, as 11 regras que ele compartilhou com os formandos naquela ocasião:“- Vocês estão se formando e deixando os bancos escolares, para enfrentarem a vida lá fora. Não a vida que você querem, não a vida que vocês sonharam ter, a vida como ela é. Você estão saindo de um mundo educacional que está pervertendo o conceito da educação, adotando um esquema que visa proporcionar uma vida fácil para a nova geração. Essa política educacional leva as pessoas a falharem em suas vidas pessoais e profissionais mais tarde. Vou compartilhar com vocês onze regras que não se aprendem nas escolas:

Regra 1: A vida não é fácil. Acostume-se com isso.

Regra 2: O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa de útil por ele (o mundo) antes de aceitá-lo.

Regra 3: Você não vai ganhar vinte mil dólares por mês assim que sair da faculdade. Você não será vice-presidente de uma grande empresa, com um carrão e um telefone à sua disposição, antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e ter seu próprio telefone.

Regra 4: Se você acha que seu pai ou seu professor são rudes, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você.

Regra 5: Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seu avós tinham uma palavra diferente para isso. Eles chamavam isso de “oportunidade”

Regra 6: Se você fracassar não ache que a culpa é de seus pais. Não lamente seus erros, aprenda com eles.

Regra 7: Antes de você nascer seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por terem de pagar suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são “ridículos”. Então, antes de tentar salvar o planeta para a próxima geração, querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente arrumar o seu próprio quarto.

Regra 8: Sua escola pode ter criado trabalhos em grupo, para melhorar suas notas e eliminar a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar para ficar de DP até acertar. Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real. Se pisar na bola está despedido… RUA! Faça certo da primeira vez.

Regra 9: A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre férias de verão e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.

Regra 10: Televisão não é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.

Regra 11: Seja legal com os CDF´s – aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas. Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar para um deles.”

Reflita agora sobre as palavras do Bill e pense em como isso se enquadra no conceito de Valor e Honra.

domingo, 25 de março de 2012

SUSTENTABILIDADE


O assunto hoje é SUSTENTABILIDADE. A palavra tá na moda, mas na verdade… o que é sustentabilidade? Sustentabilidade o próprio nome se define. É a habilidade de sustentar suas condições. Conseguir se manter bem sem precisar acabar com a natureza, protegendo o meio ambiente, ser culturalmente diversificada.





FAÇA A SUA PARTE.

Pesquise mais sobre o tema.......

Uma dica: PORTAL DA SUSTENTABILIDADE

Papéis de pai


No jogo das famílias, os pais são convocados a desempenhar muitos papéis ao mesmo tempo: técnico, goleiro, centroavante, beque, gandula, juiz, empresário, massagista e chefe de torcida. Ninguém disse que ter filhos seria sossegado.


Por Eduardo Araia
 
Ilustração: Rica Ramos
O céu visível através da estrutura (no alto) e o golfe virtual na Zona de Interação são atrações da nova cabine. 
Acima, visão da estrutura da cabine;
Todo pai já sabe que cuidar de filhos pequenos é uma aventura contínua. Num determinado instante, reinam a paz e a harmonia; em outro, um problema de saúde das crianças põe a casa em polvorosa; mais adiante, um filho contrariado é capaz de gerar reflexos negativos em todo o lar. Os pais precisam de muito jogo de cintura e estar sempre preparados para assumir o papel adequado à ocasião, que pode ser de professor, de supervisor, de fiscalizador, de enfermeiro ou de colega de brincadeiras.
Esse conceito elástico da paternidade é reforçado por um estudo conduzido por duas psicólogas do desenvolvimento, a canadense Joan Grusec, da Universidade de Toronto, e a israelense Maayan Davidov, da Universidade Hebraica de Jerusalém. Elas revisaram pesquisas envolvendo a relação de pais e filhos e identificaram cinco formas de interação que influenciam o amadurecimento dos pequenos. Na revista Child Development, as pesquisadoras ressaltam que não há um "modelo" de criação, mas sim papéis diferentes que se alternam à medida que a situação se desenrola. Entender essa dinâmica ajuda os pais a conquistar o equilíbrio.
Elas revisaram pesquisas envolvendo a relação de pais e filhos e identificaram cinco formas de interação que influenciam o amadurecimento dos pequenos. Na revistaChild Development, as pesquisadoras ressaltam que não há um "modelo" de criação, mas sim papéis diferentes que se alternam à medida que a situação se desenrola. Entender essa dinâmica ajuda os pais a conquistar o equilíbrio.
Os papéis descritos por Joan e Maayan são recorrentes, mas provavelmente há outros e nada impede que dois ou mais ocorram ao mesmo tempo. Quando falam de papéis de pais, as psicólogas não querem dizer que apenas genitores biológicos (ou adotivos) podem exercê-los. Um adulto responsável pelas crianças, um irmão ou uma criança mais velha pode assumir a tarefa. Veja, a seguir, as principais formas de interação.
Guarda de trânsito
Participar de grupos como família, vizinhança, turma do colégio e culto religioso serve como escola para o aprendizado de comportamentos sociais. Os ensinamentos dos pais sobre rituais, rotinas e práticas das organizações são vivenciados e transformados, proporcionando um aprendizado implícito das normas: papéis sexuais, expectativas culturais, ideias sobre a classe social e comportamento adequado em público.
Esses recursos ajudam a criança a moldar uma identidade social estável.
Protetor
Como outras espécies, os humanos desenvolveram comportamentos que capacitam os membros da prole a chamar a atenção de um adulto para obter ajuda. Se uma criança chora em busca de proteção, uma reação dos pais demonstrando sensibilidade ao sinal resulta em benefícios a curto e longo prazo para ela. Com o reconhecimento, o sistema neurobiológico da criança passa a ser "treinado" para, eventualmente, lidar com o estresse por conta própria. Ela se torna mais empática ao sofrimento de outras pessoas e tende a ajudar os pais. Confortar um filho agitado equivale a investir na sua cooperação futura, seu desenvolvimento emocional positivo e seu bem-estar geral.
Professor
Graças ao papel de professor a criança aprende a usar o vaso sanitário, a manejar talheres, a comportar-se em situações sociais complexas e a lidar com sentimentos. Segundo as psicólogas, os pais competentes ensinam por etapas, sempre de forma íntima e gentil. Depois de avaliarem o que o filho já sabe, instruem sobre o passo seguinte e oferecem apoio até a criança assimilar o conteúdo transmitido. Com isso, ela não apenas absorve novos ensinamentos como passa a compreender o quadro mais abrangente do problema. Mães que conversam com os filhos sobre questões emocionais específicas de forma coerente, fornecendo detalhes, interpretações e comentários, ajudam a desenvolver sua compreensão sobre a vida emocional.

Ilustração: Rica Ramos
Disciplinador
Um pai tem de exercer poder sobre os filhos para impor disciplina. À primeira vista, isso remeteria a algum tipo de crítica e castigo, como retirar privilégios ou definir que a criança terá de esperar mais tempo por algo que deseja. Mas pode abranger ações positivas, como reforçar o comportamento esperado ou estimular o raciocínio para ela mesma chegar ao resultado desejado.
Escolher a ação disciplinar equilibrada ao ato que a deflagrou significa estimular na criança o senso de responsabilidade. Mas, se a reação dos pais for disciplinarmente fraca, o comportamento que gerou o problema não vai mudar. Já o excesso de disciplina pode prejudicar a capacidade de definir limites para si mesma. Outro detalhe a ser considerado é a forma como a criança reage a um ato disciplinar. Para algumas, basta um olhar severo.
Outras precisam de reprimendas mais fortes. Fatores como idade, sexo, temperamento, autoimagem, humor e natureza do problema exercem influência sobre as respostas. É indispensável que os pais conheçam os filhos o suficiente para que a estratégia escolhida e o grau de controle necessário auxiliem a criança a corrigir a falha. O bom uso da disciplina permite à criança crescer sabendo fazer as coisas certas por conta própria.
Participante
Embora o controle seja um papel recorrente, também é importante atender aos pedidos e acatar as tentativas das crianças de influenciar os pais. Segundo as psicólogas, se os pais atendem a desejos razoáveis dos filhos, estes ficam mais propensos a aceitar com bom ânimo algo que lhes é solicitado depois. Crianças que recebem esse tratamento tendem a ser mais felizes e a ter mais habilidades sociais positivas, menos problemas e menos discussões. Mães que brincam com os filhos de forma interativa têm menos conflitos com eles. Porém, recompensar a criança por gestos de cooperação é um perigo: o procedimento pode minar o desejo genuíno de trabalhar em equipe.

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